Maior faturamento e maior número de vendas desde janeiro. Sete meses de operação e a curva não parou de subir.
Junho aparece alto no faturamento porque uma única indicação de R$100 mil entrou naquele mês. Tirando ela, junho fecha em R$273 mil com 16 vendas — e julho cresce 64% sobre essa base.
Números fechados no comissões-app em 01/08. Não é estimativa de reunião.
Um quinto do que a gente comemora ainda depende de burocracia fechar. Elton, Francisco, Mércia, Emanuely, Carlos e Lucy: enquanto o contrato não vira completo, o dinheiro não é nosso.
Juliana e Daniel entregaram 22 das 32 vendas. Ninguém chegou nas 14, então Pipa continua na mesa.
João Pedro entrou dia 20 e vendeu R$31.100 na primeira semana — a maior venda individual do mês.
Sete vendas a mais no mês, sem um real a mais de mídia e sem uma reunião a mais. É a coisa mais barata que a gente tem pra fazer em agosto. E a maior parte do que não fechou caiu numa objeção que ninguém trabalhou até o fim.
Em junho foram 2 vendas e 18% de conversão. Em julho foram 12 vendas, R$166 mil e 57% de conversão — 150% da meta, com o maior over do time.
A diferença entre um mês e outro foi trabalho, não sorte. É esse o exemplo que serve de régua pra agosto: dá pra virar dentro do mesmo time, com o mesmo lead.
O que mudou de junho pra julho não foi verba nem sorte. Foi quanta gente chegou na reunião.
Samara agendou 27 e entregou 22 atendimentos. João Paulo agendou 25 e entregou 23, com a melhor taxa de fechamento do setor. Adriana começou dia 20 e ainda está aprendendo o volume.
Junho e julho tiveram praticamente o mesmo investimento em anúncio. A diferença de R$35 entre os dois meses. O que mudou foi o aproveitamento.
Cada venda de tráfego custou R$493 de mídia e entregou R$14 mil de contrato. Isso é o que paga a operação. E o funil ainda é estreito: 807 leads geraram 48 atendimentos — 5,9%. Em junho eram 4,8%. Melhorou, e continua sendo o maior buraco da casa.
Julho provou que o topo dá conta. Agosto é sobre o que acontece depois que o cliente senta na reunião.
Cada SDR responde por um closer. Sem time grande, sem diluir responsabilidade: se a dupla não entrega, dá pra ver de onde veio.






· fotos de João Pedro e Adriana pendentes — me manda que eu troco as iniciais.
Daniel e Pedro Aguiar passam a ser internos 100% e acumulam as duas funções: são o próprio SDR deles e o closer da própria carteira. Ninguém mais fica na rua.
Já provou o modelo em julho: 6 oportunidades que ele mesmo prospectou viraram 5 vendas, 83% de fechamento. Todo lead que não respondeu de primeira é dele.
Fica interno com o time. Trouxe o maior ticket médio da casa em julho (R$19.375) — o que falta é volume de reunião e fechamento.
Os bottons começam neste mês. Quem bate meta, quem lidera conversão, quem entrega o mês — o reconhecimento passa a ser visível, não só o depósito.
Plano de carreira com níveis definidos e carteira assinada. Os critérios de cada nível saem ao longo de agosto. Quem entrega agora começa setembro num degrau acima.
O topo já entrega reunião. Agora o jogo é o que acontece dentro dela. Sair de 47% para 60% de fechamento são sete vendas a mais no mês, sem gastar um real a mais de mídia.
A unidade de medida virou a semana. Duas vendas por semana é obrigação, não conquista. Quem deixa pra correr na última semana perde o bônus das anteriores.
Lead que não respondeu não é lead perdido. É o mais barato que temos e o que menos trabalhamos. Em agosto ele tem dono.
Julho mostrou do que essa operação é capaz num mês bom. A pergunta de agosto é se a gente consegue repetir sem depender de ninguém carregar o time nas costas.
Meta de 8 vendas pra todo closer — cinco closers, 40 vendas de piso do time. Mas a régua que a gente quer ver é 10 cada um.
E a campanha da semana, agora individual. Duas vendas na semana é a obrigação. Da terceira em diante entra dinheiro:
O valor da semana seguinte só desbloqueia pra quem bateu a semana anterior. Ficou em 2 na semana 2? Continua valendo R$100 na semana 3. A comissão de cada venda segue à parte de tudo isso.
Pela primeira vez o SDR tem campanha própria, com disputa entre os três. A meta é 10 atendimentos por semana — não agendamento, atendimento que aconteceu.
Se o setor entregar a meta cheia, o gargalo sai do topo de vez — sobra reunião até acima do teto do time. O que trava hoje não é lead: são 807 leads no mês virando 48 atendimentos.
Yuri em julho: 6 oportunidades geradas e 1 fechamento vindo de indicação.
O que trava o pós-venda hoje é documento que não chega. O card fica parado, o cliente cobra, e a venda que já está no ranking ainda não virou obra.
Indicação foi a segunda maior fonte de julho: 5 vendas e R$84.900, sem custar mídia. É o canal mais barato da casa e depende do pós-venda ligar pros clientes antigos toda semana.
No ticket de julho (R$14.030) e na conversão que a gente persegue (60%), a conta fica assim:
A meta do SDR sozinha cobre os dois cenários: 120 atendimentos contra os 84 que as 50 vendas exigem. E no custo de julho (R$493 por venda), R$20 mil sustentam cerca de 40 vendas só de tráfego, sem contar indicação e follow-up. A verba entra na medida em que o time mostra que dá conta do lead que já chega. · projeção no ticket médio de julho; custo por venda tende a subir conforme a verba escala.