Seis meses, mesma direção. Junho quebrou a sequência — foi o único mês de queda. E ainda assim, o 2º melhor do ano.
Investimos o dobro em mídia e faturamos menos que maio. A queda não foi de fechamento — foi de volume e efetividade no topo. É exatamente aí que julho ataca.
18 vendas · R$281.854 · ticket médio R$15.658. Uma vendedora carregou o mês. A régua da empresa é mais alta que isso.
· números de junho vindos da transcrição do fechamento. Me confirma se algum fechou diferente no sistema.
Quando o lead chega na reunião com quem segue o processo, a LIV fecha. A prova é a Bruna:
Geramos 49% mais lead que maio e o topo não acompanhou. O problema não está no fechamento. Está em fazer mais gente chegar na reunião — capacidade e efetividade de SDR. É o foco de julho.
Num mês em que quase todo mundo caiu, a Bruna bateu meta pela segunda vez seguida — 8 vendas, 88,8% de conversão. Segue o processo, entrega o resultado.
O prêmio: um dia de spa, por conta da casa. Do mesmo jeito que reconhecemos quem performa — a régua vale nos dois sentidos.
O time cresceu. Mais gente, mais oportunidade trabalhada — e bater a meta virou o piso, não o teto.








· foto da Adriana pendente — me manda quando tiver que eu troco a inicial.
A partir de julho o resultado é por equipe. Reuniões diárias — a capitã responde pelo time. Ranking na TV, separado por time.






Adriana (SDR follow-up) e Yuri (pós-venda) dão suporte aos dois times. Primeira semana: R$50 por venda pros novatos — meta de 4 vendas na semana.
Aproveitar cada lead ao máximo. Não é sobre mais verba — é sobre extrair mais de cada oportunidade que já entra. Efetividade por lead, não lead jogado fora.
Junho mostrou: quem segue o processo, fecha. Quem tenta atalho no desespero de fim de mês, perde o cliente.
O resultado agora é da equipe. Se o SDR entrega, o closer fecha. A conta fecha junto — ou não fecha.
A missão de julho é construir caixa. Um mês fraco não pode virar sufoco — a empresa é bem precificada e se paga. Julho é destravar o topo e blindar a casa.
Todo closer com a mesma meta: 8 vendas. É obrigação — não bonifica. A bonificação começa acima dela.
Primeira semana do mês: R$50 por venda pros novatos. A comissão de cada venda continua à parte de tudo isso. Meta do time: ~32 vendas.
Excelência operacional e agilidade. Em até 2 dias após a venda:
Motor de indicação. Uma vez por semana, Yuri liga pros clientes (dos mais antigos pros novos) pra avaliação e extrai indicações. Quanto mais vendas fazemos, mais insumo ele tem. A indicação volta pro fluxo — SDR trabalha e devolve pro vendedor original.
Quatro closers, 8 vendas cada — o piso do time já é 32 vendas. A 80% de fechamento (régua de quem segue o processo), cada degrau acima disso é só uma questão de quanta reunião o topo entrega:
A mídia entrega lead. O SDR entrega reunião. O closer fecha. O SDR na super meta entrega 90 atendimentos — folga de sobra pra alimentar até o teto de 56 vendas. Já o piso de 32 exige o topo entregando ~40 reuniões; junho entregou 35 e o mês caiu. O gargalo é topo, não fechamento. + Yuri: cada 15 indicações vira ~12 vendas que não custam mídia. · projeção a 80% de fechamento e ticket de junho.